“Deveríamos empregar dois verbos, dos mais comuns e mais difíceis de utilizar vividamente, quando pertencemos ao Rotary: Ser ou Estar.
Ser: Entre as suas numerosas acepções achamos “verbo substantivo que afirma do sujeito o que significa o atributo”, o que aplicado à nossa instituição se define como “sou rotário”.
Estar: “encontrar-se uma pessoa com certa permanência e estabilidade um lugar, situação, condição”, v.gr. “estar em Rotary”.
Parecem-se, mas não significam o mesmo. Ser é Compromisso, aceitação das obrigações emergentes da condição de rotário e não só valer-se dos direitos e privilégios, é comungar laicamente com os postulados filosóficos do rotarismo. Estar é concorrer assiduamente (não necessariamente) aos encontros do clube, mas permanecendo alheio a essa tomada de compromisso que mencionávamos mais acima, é valer-se dos privilégios e direitos sem assumir a filosofia, é em suma, converter-se num espectador privilegiado do que acontece ao seu redor, mas nunca ser actor.
Você o que prefere, ser actor ou espectador? O primeiro requer horas de trabalho e reflexão. O segundo dispor de tempo e dinheiro suficientes para aceder ao espectáculo do Serviço. Repito-lhe a pergunta: Actor ou Espectador? Dê a si mesmo uma resposta sincera e assim saberá se É ou Está”. Sergio Prudkin (GD 4960)